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Gersey Stelmach
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Advogada e pós-graduanda em Direito e Tecnologia da Informação pela USP.
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Gersey Stelmach
Comentário ·
há 10 anos
Quem deve pagar a comissão do corretor de imóveis? Comprador ou vendedor?
Carla Baldo
·
há 10 anos
Eu ia escrever exatamente isso, até ler seu comentário. Bom encontrar colegas que corroboram do mesmo entendimento.
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Gersey Stelmach
Comentário ·
há 10 anos
Casamento, união estável e divórcio: as regras que nunca te contaram
Caio Rivas
·
há 10 anos
O texto tem grande utilidade pública, mas também fiquei na expectativa de ler tais regras.
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Gersey Stelmach
Comentário ·
há 10 anos
O dia que advoguei para um treinador Pokémon
João Guilherme M. M. de Almeida
·
há 10 anos
Que fábula incrível! Adoro casos críticos que envolvem fatos um tanto quanto inusitados.
Prestei consultoria uma vez a um jovem (fazia espanhol na mesma turma que a minha) que vendeu uma conta do jogo "Perfect World", prática que não é devidamente autorizada pela desenvolvedora do jogo. Ocorreu que o primeiro comprador revendeu a conta a uma terceira pessoa e, na má-fé, solicitou ao dono original o reset da conta, a fim de resgatá-la como sua, revogando o acesso ao segundo comprador. O dono da conta aceitou, mediante certa remuneração, tendo em vista que para resetar a conta eram cobradas algumas taxas. Acabou que o primeiro comprador não pagou o valor acordado e, ao ser cobrado, começou a ameaçá-lo de dar entrada em um "processo de extorsão" (risos). Como ele tinha um intercâmbio agendado, estava receoso que um possível processo o impedisse da viagem.
Expliquei rapidamente como funcionava o judiciário e o aconselhei a esquecer o caso, pois acreditava que nada aconteceria com ele. No final, me coloquei à disposição caso algo, de fato, ocorresse. Nada aconteceu, ele viajou e acabou ficando com sua velha conta no Perfect World.
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Bruno Cardoso
Artigo ·
há 8 anos
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Luciano Correia Bueno Brandão
Notícia ·
há 9 anos
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John Doe
Comentário ·
há 10 anos
O bandido bom e as selfies com Eike Batista
Canal Ciências Criminais
·
há 10 anos
O texto ignora dois fatores importantes:
1) Sim, existe (em todos nós) uma espécie de "simpatia com o bom ladrão". Aquele rouba de quem é tanto ou mais rico e não agride ninguém. Aquele personagem (geralmente o principal) dos filmes de "ação" e "grandes roubos", por quem todos torcem para que, no final, fique com o dinheiro roubado e saia navegando, impune, abraçado numa bela mulher, num belo iate em direção ao por-do-sol...
Essa é uma "distorção" clássica que não pode ser super-simplificada numa selfie com Eike Batista (especificamente).
2) Fazer uma selfie com alguém conhecido não é, necessariamente, dar-lhe crédito ou, muito menos, apoio.
Tratava-se, naquele momento, no aeroporto, da pessoa de quem mais se falava nos últimos dias.
Trata-se, ainda mais, de um momento histórico, antes impensável para nós brasileiros: o homem MAIS RICO do país (mesmo que agora já nem tem o mesmo posto) estava A CAMINHO DA SUA PRISÃO!
Acredito que as pessoas interessadas em se aproximar, falar e fazer selfies com Eike estavam querendo registrar a sua presença nesse momento histórico. Guardar essa "recordação" de um momento emblemático. E não para dizer: "você é meu herói".
Portanto, não tire conclusões sobre o caráter, a forma de visão e os valores das pessoas que fizeram fotos com Eike Batista. Muito menos concluir que elas o consideram "um herói", "um exemplo", "um injustiçado".
Ao contrário, com seu texto, você acaba por revelar muito mais do SUA própria mentalidade e muito menos evidenciar o que outros pensam.
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